Em Angola - Jovens angolanos criam movimento para contestar o preconceito por usarem cabelo natural (crespo). / Estou Na Zona




Um grupo de jovens angolanos criou um movimento auto-intitulado “Crespo Angola”, para contestarem o preconceito de que têm sido alvos por usarem o cabelo natural (Crespo).

O movimento pretende combater o estigma, colocar um ponto final nas barreiras que têm encontrado em vários sectores da sociedade, tal como escolas, trabalhos e em algumas instituições, pelo fato de assumirem o cabelo Crespo.


Os relatos dão conta de os mesmos serem marginalizados com termos do tipo “cabelo afro masculino é para bandidos”, sem referir o fato de alguns serem impedidos de entrarem em recintos escolares ou tratarem documentos.

"...Nas escolas os estudantes do tom de pele clara têm a liberdade de criar o cabelo do tamanho que eles querem, mas nós por sermos pret#s somos discriminados, dizem que se nós criarmos o cabelo é sinal de marginalidade", lê-se numa publicação que o movimento dirigiu aos ministros da Cultura e Educação.

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